Quais rituais
encienden nossa
maré interna?
A B R A K A I A B R A
Desejo que pulsa.
Imagem que reflete.
Um fogo que pede passagem.
“Algo” em nós quer continuar pulsando
Uma identidade secreta que se tensa
Um mapa para explorar,
não para pensar

O desejo como lenguaje
O desejo não grita.
Sussurra.
É linguagem antes da palavra.
“Aquilo” que insiste.
quando avançamos.
Quando midamos de assunto.
Quando não escutamos

O espelho como reflexo
As redes como tecido.
Não mostram quem somos.
Devolvem imagens
para você que possamos
ver-nos nova-mente.
Às vezes,
mostram versões
que han aprendido
a funcionar.
Explorar a corrente externa
para reconhecer
o fogo interno

O corpo como marco mental
O corpo é o tangible.
Antes da mente.
Antes da história.
Um gesto que retorna.
Um ritmo que insiste.
Um chamado sutil.
O corpo lembra
“isso”que é preciso

Imaginaçao como exploraçao
A imaginação não pergunta.
Invoca mundos.
Histórias incompletas.
Imagens que não fecham.
Pontos de vista que mudam.
Criar espaço
para que diferentes formas
possam respirar
já é integração

Identidade é energia vital
Identidade não é forma fixa.
É movi-mente em circulação.
“Algo” em nosotros
assume o comando.
Luego se retira.
Depois retorna.
Não se define.
Se percebe
quando muda
de corrente externa
a maré interna